Ao contrário do que acontece hoje, as mães respondiam prontamente ao
choro do bebé e amamentavam os filhos até aos cinco anos. Esta proximidade mantém o bebé calmo nos anos decisivos de formação
da personalidade.
Nas comunidades humanas antigas, os bebés e crianças mais novas tinham muito mais tempo de contacto
físico com as mães e não havia maus tratos como forma de educar.
As crianças hoje não recebem o alimento emociaonal
necessário, nos primeiros anos, e tendem por isso a ser mais centradas em si próprias e ansioasas, faltando-lhes a empatia
e compaixão pelos os outros, características das crianças que crescem em famílias mais disponíveis e atentas às suas necessidades.
Hoje, os bebés passam muito tempo em utensílios de puericultura modernos que os afastam das mães, como os carros de
passeio ou as cadeiras de carro e de mesa. Por outro lado, apenas 15 por cento das mães amamenta até aos 12 meses. As famílias
numerosas são raras e a brincadeira livre é uma realidade que desde os anos 70 tende a ser cada vez mais rara.
O que se perdeu
Práticas que deixámos para trás e que fazem falta para criar adultos
mais saudáveis e seguros:
público alvo
distrito
concelho